sábado, 25 de junho de 2011

ENCONTRO ESPECIAL/REFLEXÃO

Buscamos em Paulo Freire o embasamento para esse momento. Paulo Freire, educador, pedagogo, filosofo, poeta, acima de tudo, uma pessoa preocupada com a formação dos alunos em cidadãos conscientes de sua função e participação na sociedade.

Invistir na formação da consciência é preparar os alunos para a vida, para um mundo melhor onde a consciência prevalece sobre a ignorância, esse sempre foi ideal de Paulo Freire e que vem de encontro com a proposta do Peas Juventude para os nossos estudos neste ano.

Apresente os vídeos:

http://esoterikha.com/coaching-pnl/textos-de-paulo-freire-sobre-a-escola-na-formacao-da-consciencia.php

http://www.youtube.com/watch?v=pgwpiZp_9Ss&feature=related

Nome: Dança falante - Dinâmica de Descontração para Professores e Alunos

Objetivo:
Essa dinâmica de descontração para alunos, sala de aula e professores tem por objetivo facilitar a aprendizagem de algum assunto ou tema, descontrair, possibilitar afinação de trabalho em equipe, exercitar a criatividade e entrosar alunos, professores ou funcionários da escola.

Após a apresentação, realize a dinâmica:

Materiais:
Equipamento de som; cartolinas; flip-chart; pincéis coloridos; fita gomada; cópia para cada participante de um texto sobre o tema a ser discutido; prêmio (pode ser uma bala ou bombom) para ser entregue a equipe vencedora.
Procedimento:
O coordenador informa que irá ser trabalhado ou desenvolvido um tema específico, utilizando música, dança, bate-papo e muita criatividade.
As etapas são as seguintes:
1. Escolher, previamente, cinco a sete palavras-chaves dos vídeos.
2. Selecionar, previamente, algumas músicas que possam ser tocadas para dançar, adequadas ao estilo do grupo.
3. Solicitar que as cadeiras sejam retiradas, possibilitando, assim, um ambiente mais livre para movimentos e trabalhos em grupos.
4. Sugerir a formação de duplas (se o grupo for ímpar, será um trio ao invés de duplas).
5. Instruções:
Vocês vão conversar livremente, durante, aproximadamente, dois minutos, sobre a palavra que vou escrever no flip-chart (ou quadro). Ao final dos dois minutos, colocarei uma música e, cada dupla, começará a dançar. Quando a música parar, as duplas se desfazem e cada pessoa procurará uma outra pessoa e formará uma nova dupla.
Obs.: Nesse momento, o coordenador já terá colocado no flip-chart (ou quadro) uma nova palavra, para uma nova conversa de mais dois minutos.
6. Sugerir grupos de três pessoas, para a terceira palavra.
7. Sugerir grupos de quatro pessoas, para a quarta palavra.
8. Sugerir grupos de cinco pessoas, a partir da quinta palavra, até o final.
9. Ao concluir todas as palavras, orientar cada grupo para formar uma frase, com sentido lógico, utilizando, na forma e ordem que quiser as palavras relacionadas, que foram colocadas no flip-chart.
10. Conceder dez minutos para essa conversa em grupo, de formação da frase.
11. Transcrever, cada grupo, a sua frase para uma cartolina (ou papel de flip-chart) e fixar em local estabelecido pelo coordenador.
12. Efetuar a leitura das frases, destacando as semelhanças.
13. Fazer a explanação do assunto-tema, distribuir o texto para leitura, destacar tópicos de interesse, tecer comentários adicionais, fazer as conclusões necessárias.
14. Escolher a frase mais bonita ou mais adequada ao assunto-tema.
15. Premiar o grupo.

Dicas:
Iniciar o processamento abrindo espaço para que os participantes façam comentários sobre sentimentos, dificuldades, facilidades e outros que o grupo julgar importantes.
Questionar os participantes sobre:
• Como foi realizar a atividade?
• Como vocês avaliam a integração dos grupos?
• Como foi conversar sobre os temas?
• Como se organizaram para a escolha da frase? Foi uma construção grupal?

Tempo de aplicação: 1 hora
Número máximo de pessoas: 40
Número mínimo de pessoas: 8

http://esoterikha.com/coaching-pnl/dinamica-de-descontracao-para-sala-de-aula-alunos-e-professores.php

O Que é, O Que é?


Gonzaguinha
Composição : Gonzaguinha

Eu fico
Com a pureza
Da resposta das crianças
É a vida, é bonita
E é bonita...
Viver!
E não ter a vergonha
De ser feliz
Cantar e cantar e cantar
A beleza de ser
Um eterno aprendiz...
Ah meu Deus!
Eu sei, eu sei
Que a vida devia ser
Bem melhor e será
Mas isso não impede
Que eu repita
É bonita, é bonita
E é bonita...
E a vida!
E a vida o que é?
Diga lá, meu irmão
Ela é a batida
De um coração
Ela é uma doce ilusão
Hê! Hô!...
E a vida
Ela é maravilha
Ou é sofrimento?
Ela é alegria
Ou lamento?
O que é? O que é?
Meu irmão...
Há quem fale
Que a vida da gente
É um nada no mundo
É uma gota, é um tempo
Que nem dá um segundo...
Há quem fale
Que é um divino
Mistério profundo
É o sopro do criador
Numa atitude repleta de amor...
Você diz que é luxo e prazer
Ele diz que a vida é viver
Ela diz que melhor é morrer
Pois amada não é
E o verbo é sofrer...
Eu só sei que confio na moça,
E na moça eu ponho a força da fé
Somos nós que fazemos a vida
Como der, ou puder, ou quiser...
Sempre desejada
Por mais que esteja errada
Ninguém quer a morte
Só saúde e sorte...
E a pergunta roda
E a cabeça agita
Eu fico com a pureza
Da resposta das crianças
É a vida, é bonita
E é bonita...

sábado, 23 de abril de 2011

Reflexões LIÇÕES do Japão



Reflexões LIÇÕES do Japão (Dez coisas a serem aprendidas com o Japão)

1 – A CALMA Nenhuma imagem de gente se lamentando, gritando e reclamando que “havia perdido tudo”. A tristeza por si só já bastava.

2 – A DIGNIDADE Filas disciplinadas para água e comida. Nenhuma palavra dura e nenhum gesto de desagravo.

3 – A HABILIDADE Arquitetos fantásticos, por exemplo. Os prédios balançaram, mas não caíram.

4 – A SOLIDARIEDADE As pessoas compravam somente o que realmente necessitavam no momento. Assim todos poderiam comprar alguma coisa.

5 – A ORDEM Nenhum saque a lojas. Sem buzinaço e tráfego pesado nas estradas. Apenas compreensão.

6 – O SACRIFÍCIO Cinquenta trabalhadores ficaram para bombear água do mar para os reatores da usina de Fukushima. Como poderão ser recompensados?

7 – A TERNURA Os restaurantes cortaram pela metade seus preços. Caixas eletrônicos deixados sem qualquer tipo de vigilância. Os fortes cuidavam dos fracos.

8 – O TREINAMENTO Velhos e jovens, todos sabiam o que fazer e fizeram exatamente o que lhes foi ensinado.

9 – A IMPRENSA Mostraram enorme discrição nos boletins de notícias. Nada de reportagens sensacionalistas. Apenas calmas reportagens dos fatos.

10 – A CONSCIÊNCIA Quando a energia acabava em uma loja, as pessoas recolocavam as mercadorias nas prateleiras e saiam calmamente.

sábado, 1 de janeiro de 2011



Natal - Rubem Alves

Sou um admirador de Gandhi. Cheguei mesmo a escrever um livro sobre ele. Estou planejando convocar os amigos para uma homenagem póstuma a esse grande líder pacifista e vegetariano. Pensei que uma boa maneira de homenageá-lo seria um evento numa churrascaria, todo mundo gosta de churrasco, um delicado rodízio com carnes variadas, picanhas, filés, costelas, cupins, fraldinhas, lingüiças, salsichas, paios, galetos e muito chope. O grande líder merece ser lembrado e festejado com muita comilança e barriga cheia!
Eu não fiquei doido. O que fiz foi usar de um artifício lógico chamado "reductio ad absurdum" que consiste no seguinte: para provar a verdade de uma proposição, eu mostro os absurdos que se seguiriam se o seu contrário, e não ela, fosse verdadeiro. Eu demonstrei o absurdo de se celebrar um líder vegetariano de hábitos frugais com um churrasco .
Uma homenagem tem de estar em harmonia com a pessoa homenageada para torná-la presente entre aqueles que a celebram. Uma refeição, sim. Mas pouca comida. Comer pouco é uma forma de demonstrar nosso respeito pela natureza. Alface, cenoura, azeitonas, pães e água.
Escrevo com antecedência, hoje, 27 de novembro, um mês antes, para que vocês celebrem direito. A celebração há de trazer de novo à memória o evento celebrado.
É uma cena: numa estrebaria uma criancinha acaba de nascer. Sua mãe a colocou numa manjedoura, cocho onde se põe comida para os animais. As vacas mastigam sem parar, ruminando. Ouve-se um galo que canta e os violinos dos grilos, música suave... No meio dos animais tudo é tranqüilo. Os campos estão cobertos de vaga-lumes que piscam chamados de amor. E no céu brilha uma estrela diferente. Que estará ela anunciando com suas cores? O nascimento de um Deus?
É. O nascimento de um Deus. Deus é uma criança.
O na scimento do Deus criança só pode ser celebrado com coisas mansas. Mansas e pobres. Os pobres, no seu despojamento, devem poder celebrar. Não é preciso muito.
Um poema que se lê. Alberto Caeiro escreveu um poema que faria José e Maria, os pais do menininho, rir de felicidade: "Num meio-dia de fim de primavera, tive um sonho como uma fotografia: "Vi Jesus Cristo descer a terra. Veio pela encosta do monte tornado outra vez menino. Tinha fugido do céu...'" Longo, merece ser lido inteiro, bem devagar...
Uma canção que se canta. Das antigas. Tem de ser das antigas. Para convocar a saudade. É a saudade que traz para dentro da sala a cena que aconteceu longe. Sem saudade o milagre não acontece.
Algo para se comer. O que é que José e Maria teriam comido naquela noite? Um pedaço de queijo, nozes, vinho, pão velho, uma caneca de leite tirado na hora. E deram graças a Deus.
E é preciso que se fale em voz baixa. Para não acordar a criança.
Naquela mesma noite, havia uma outra celebração no palácio de Herodes, o cruel. Ele tinha medo das crianças e mataria todas se assim o desejasse. A mesa do banquete estava posta: leitões assados, lingüiças, bolos e muito vinho... Os músicos tocavam, as dançarinas rodopiavam. Grande era a orgia.
É. Cada um celebra o que escolhe. Acho que vou fazer uma sopa de fubá que tomarei com pimenta e torradas. E lerei poemas e ouvirei música. E farei silêncio quando chegar a meia-noite e, quem sabe, rezarei?

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Tema: Minhas ações me revelam

Tema: Minhas ações me revelam

Objetivo: olhar a realidade do ser humano, e fazer uma análise da sua prática diária e ou do seu comportamento.

Pare e pense: “É pelos frutos que se conhece uma boa árvore. Árvore boa dá bons frutos; árvore má, maus frutos.”

O que levam os outros a pensarem bem ou mal de nós, não é propriamente a nossa aparência ou o que dizemos, mas o que fazemos ou deixamos de fazer. Nossas ações e omissões é que mostram o que realmente somos.
Portanto, não adianta “vendermos” aos outros uma falsa imagem de nós mesmos. É inútil fingir, pois cedo ou tarde nossos atos revelarão o que somos de fato.
Se quisermos que os outros tenham um bom conceito de nós, sejamos seres de boas ações. O que importa não é a imagem que passamos aos outros, mas os nossos bons atos. E esses atos precisam estar de acordo com nossos gestos verdadeiros de amor.

Questionamentos

1. Quais foram os atos de amor verdadeiro que fizeram parte da minha vida nestes últimos dias?

Consciência Negra



Consciência Negra

Sou a alma que ontem nasceu no mundo.
Sou filha da África,
Dos olhos de pérolas,
Do sorriso de marfim,
Dos sons dos atabaques em noite de luar,
Da roda de capoeira,
Do jongo ao maculelê.

Sou da raça que irradia perfume de alegria.
Sou semente da história humana,
De vida apesar de tanta dor.

Dos canaviais e senzalas,
Das mãos calejadas, exploradas e injustiçadas.

Podem tirar a minha vida,
Menos o direito de sonhar,
De ter esperança...
De lutar por dignidade e respeito,
Nem que seja em grito mudo,
Clamando por igualdade e justiça,
E de acreditar num amanhã melhor.
Sarah Janaína Leibovitch
Fonte: http://www.bilibio.com.br/poema/470/Consciencia+Negra.html

quinta-feira, 28 de outubro de 2010



TEMA – ATUALIDADES – POLÍTICA/ELEIÇÕES
O Analfabeto Político
O pior analfabeto é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala, nem participa
dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida,
o preço do feijão, do peixe, da farinha,
do aluguel, do sapato e do remédio
dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro
que se orgulha e estufa o peito
dizendo que odeia a política.
Não sabe o imbecil que da sua ignorância política
nasce a prostituta, o menor abandonado, o assaltante
e o pior de todos os bandidos,
que é o político vigarista, pilantra,
o corrupto e lacaio
das empresas nacionais e multinacionais.
Texto de Bertold Brecht, escritor e teatrólogo alemão (1898/1956)

RESPONDA AS QUESTÕES ABAIXO:
1. É importante participar dos acontecimentos políticos do país? Por quê?

2. De que forma podemos participar dos acontecimentos políticos?

3. O que você entende por custo de vida?

4. O que é uma decisão política?

5. Por que o preço do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas?

6. Cite exemplos de decisões políticas no Brasil.

7. Como você vê o fato de alguém odiar a política?

8. Quais as características de um analfabeto político?

9. O autor do texto afirmou que “o pior analfabeto é o analfabeto político” . Nesta afirmação há uma outra crítica. Qual?

10. Bertold Brecht também disse que “o pior de todos os bandidos é o político vigarista, pilantra...”. Como podemos interpretar essa afirmação do autor?

11. O que fazer quando ficamos sabendo que um político está agindo desonestamente?

QUESTIONAMENTOS RETIRADO DO BLOG - http://piquiri.blogspot.com/