terça-feira, 14 de abril de 2009

EU, O VALOR E OS OUTROS?


EU, O VALOR E OS OUTROS?
Ana Paula Menezes de Freitas

A necessidade de fundamentação teórica sobre a relação de Marx com a educação e a atribuição que é dada e da própria escola mantenedora do “capital” não só econômico, mas humano que requer uma análise critica do valor atribuído diante da essência de transformação dos sujeitos singulares e construtores de história. A teoria do valor é como uma atribuição dada a uma categoria para justificar teorias e suas futuras ações, como, para Paro “ mas valia, valor de uso, valor de troca, trabalho abstrato, subsunção real e formal do trabalho ao capital, fetichismo da mercadoria...”

É importante ressaltar como uma analise filosófica que o sujeito histórico passou por diversas transformações e principalmente pela categoria da contradição, sendo esta, não de forma exclusiva, mas a busca de forma e da entonação que foi dada a vida, ainda em estagio primitivo ou de bom sensu como diria Gramsci elevar ainda essa distancia entre revolução e uma revolução simbólica e ter construído historicamente a ideologia do capitalismo? Ou então, senão passou por esses processos que tipo de estrutura social teve para evidenciar tal fato? Ou na realidade estamos lidando conceitualmente com outra categoria de ser construtor de história? Como bem diria Silva:

“(...) o modelo de produção capitalista e, por conseguinte, ousam
defender a superação do mesmo e propor um projeto de educação
associado a um projeto de sociedade socialista. Certamente, a onda que
decretou o fim do socialismo como alternativa e como inspiração política,
ao lado da suposta vitória do pensamento único, são partes desse
processo” (2006, p. 12)

O valor em si é uma ferramenta que anuncia uma nova possibilidade de caminhar ou de construir algo diante de tanto flagelo cotidiano. Pois a arte ou a inibição desta nos trouxeram conseqüências sérias que atualmente e historicamente não conseguimos mudar devido ao alto grau de essência que nos foi roubado.

E com isso vivemos com um valor ou valores multifacetados, criados, impostos pelo outro que certamente conseguiu atingir o poder das palavras para que pudesse organizar uma nova sociedade que não é a consciência da construção do dia-a-dia ou até mesmo a histórica. O valor não só está na história da evolução humana, mas nas coisas, nos objetos, nos humanos, ou seja, tudo aquilo que está ao meu redor e que me complementa como uma partícula desse universo.

E é nesse espaço de vida que podemos agir nessa perspectiva massificadora de história agir em palavras, mas está tudo muito desorganizado, a vida está perdida em sentido e na verdade pergunto que saída seria necessário? Quais mentes e pensamentos deveriam sentir para buscar algo que colocamos como inovador? E o que na verdade se estabelece é segundo Silva (2006))., é a atribuição que dada, ou na verdade a evidencia que é dada a elaboração e o que produz através da mercadoria e não direcionada ao processo criador do homem.

Para quem eu sou o valor histórico? Ou a história me deu valor? Ou quem sou eu? O que devo ser? Aa minhas mãos e meus pensamentos construíram o que? E assim as ações do homem mesmo consciente de tal ato ainda não encontraram a harmonia necessária para relacionar a sua história para com os outros e o torna algo inexistente nas relações de capital como um bem temporário direcionado a uma perda inigualável para a construção histórica.

Uma das questões mais emergenciais é pensar como atribuir um valor a si mesmo diante do processo massificador que o capitalismo tenta a todo o momento coabitar? Portanto, a partir desse sistema falsear uma nova trajetória para os homens singulares e na verdade a tentativa de algumas exceções que “... seja mais humano... rebater a “dominação não-forçada do capital” que se mascara como liberdade e falsamente se estabelece como garantia para emancipação humana” (Silva, 2006 in Mcharen, 2003, p. 20).
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PARO, Vitor Henrique (Org.). A teoria do valor em Marx e a educação. São Paulo. Editora: Cortez, 2006

Fonte:http://www.centro-filos.org.br/

sábado, 11 de abril de 2009

Encontro de Coordenadores GDPeas -Canto da Siriema




Agradeçimento ao Daniel Perini pelo empenho e acolhida nesta sua 1ª experiência com o Peas. Foi momentos ótimos neste encontro no Canto da Siriema. Foram três dias de muito trabalho e principalmente muita troca.Valeu!

Adorei o material, principalmente os filmes que não fiz...Veja link abaixo
- Link para o curta metragem “Os filmes que não fiz” usado na discussão durante o encontro sobre Projetos: http://www.portacurtas.com.br/pop_160.asp?Cod=8707&exib=5937

Link para o vídeo da Alegoria da Caverna - Piteco: http://www.youtube.com/watch?v=I9qPYb_N3ng&feature=PlayList&p=5EA85D96F3465DCC&playnext=1&playnext_from=PL&index=2

domingo, 5 de abril de 2009

PÁSCOA!

VAMOS COLORIR!!!





PÁSCOA!
PARA CADA COISA HÁ UM TEMPO.
E HOJE É TEMPO DE PÁSCOA.
TEMPO DE REFLEXÃO
TEMPO DE MUDANÇA;
MUDANÇA PROFUNDA;
MUDANÇA INTERIOR;
MUDANÇA QUE É DOAÇÃO, QUE É AMIZADE.
PÁSCOA!
SOLIDARIEDADE QUE É COOPERAÇÃO
MUDANÇA QUE É MAIS MUDANÇA.
QUE É EXEMPLO DE CRISTO.
O HOMEM SE FAÇA MAIS HUMANO DANDO
PLENO SENTIDO Á VIDA, ESTENDENDO COM
AMOR SUA MÃO AJUDANDO O OUTRO A CRESCER.
Desconheço o autor

quarta-feira, 25 de março de 2009

Campanha da Fraternidade 2009


O tema da Campanha da Fraternidade 2009 é "Fraternidade e Segurança Pública" e o Lema, "A paz é fruto da justiça (Is 32, 17)".


A Campanha da Fraternidade 2009 apresenta-nos como Tema "Fraternidade e segurança pública". Demonstra a preocupação da Igreja no Brasil com o aumento da violência, da insegurança e das situações a elas relacionadas. Esta CF pretende contribuir para a promoção da cultura da paz nas pessoas, na família, na comunidade e na sociedade a fim de que todos se empenhem efetivamente na construção da justiça social que promova segurança pública.
Para isso, é necessário lançar um olhar profético e esperançoso sobre a sociedade em que vivemos, e que pode ser transformada pela força e dinamismo das pessoas que se comprometem com o Reino de Deus.
Esta Campanha não tem como foco principal a violência; seu eixo é a Cultura da paz, que perpassa toda a reflexão sobre os espaços possíveis de educação para a Paz. Adolescentes e jovens são chamados a contribuir para a construção de uma nova mentalidade que oriente as relações vivenciadas na sociedade, no ambiente escolar e na família. Costurando tudo.
Fonte:JOVENS NA CF 2009

terça-feira, 24 de março de 2009

A PISCINA E A CRUZ



A PISCINA E A CRUZ
Conta-se que um excelente nadador tinha o costume de correr até a água e de molhar somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho. Alguém intrigado com aquele comportamento, lhe perguntou qual a razão daquele hábito. O nadador sorriu e respondeu:
Há alguns anos eu era um professor de natação. Eu os ensinava a nadar e a saltar do trampolim. Certa noite, eu não conseguia dormir, e fui à piscina para nadar um pouco. Não acendi a luz, pois a lua brilhava através do teto de vidro do clube. Quando eu estava no trampolim, vi minha sombra na parede da frente. Com os braços abertos, minha imagem formava uma magnífica cruz. Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando minha imagem. Nesse momento pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado. Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi que Jesus tinha morrido para nos salvar pelo seu precioso sangue. Naquele momento as palavras daquele ensinamento me vieram à mente e me fizeram recordar do que eu havia aprendido sobre a morte de Jesus. Não sei quanto tempo fiquei ali parado com os braços estendidos.
Finalmente desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água. Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso do fundo da piscina. Haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido. Tremi todo, e senti um calafrio na espinha. Se eu tivesse saltado seria meu último salto. Naquela noite a imagem da cruz na parede salvou a minha vida. Fiquei tão agradecido a Deus, que ajoelhei na beira da piscina, confessei os meus pecados e me entreguei a DEUS e, consciente de que foi exatamente em uma cruz que Jesus morreu para me salvar.
Naquela noite fui salvo duas vezes e, para nunca mais me esquecer, sempre que vou à piscina molho o dedão do pé antes de saltar na água....

"Deus tem um plano na vida de cada um de nós e não adianta querermos apressar ou retardar as coisas pois tudo contecerá no seu devido tempo..." Esta mensagem é um presente para todos que visitam este blog...Leia e renove a sua fé!
fonte:http://www.mikecards.com.br

domingo, 22 de março de 2009

Andorinha - Rio Araguaia

Foto de uma andorinha no Rio Araguaia, durante a travessia.

A LENDA DO GIRASSOL



A LENDA DO GIRASSOL

Dizem que existia no céu uma estrelinha tão apaixonada pelo Sol que era a primeira a aparecer de tardinha, antes que ele se escondesse.
E toda vez que o Sol se punha ela chorava lágrimas de chuva.
A Lua falava com a estrelinha que assim não podia ser. Que a estrela nasceu para brilhar à noite e que não tinha sentido esse amor.
Mas a estrelinha amava cada raio de sol como se fosse a única luz de sua vida. Esquecia até sua própria luzinha.
Um dia ela foi falar com o Rei dos Ventos para pedir a sua ajuda, pois queria ficar olhando o Sol, sentindo o seu calor eternamente.
O Rei dos Ventos disse que seu sonho era impossível, a não ser que ela abandonasse o céu e fosse morar na Terra, deixando de ser estrela.
A estrelinha não pensou duas vezes: virou uma estrela cadente e caiu na Terra em forma de semente.
O Rei dos Ventos plantou esta sementinha com muito carinho e regou com as mais lindas chuvas.
A sementinha virou planta. As suas pétalas foram se abrindo, girando devagarinho, seguindo o giro do Sol no Céu.
É por isso que os girassóis até hoje explodem seu amor em lindas pétalas amarelas.